{"id":835,"date":"2020-03-26T18:00:21","date_gmt":"2020-03-26T18:00:21","guid":{"rendered":"https:\/\/institutofreedom.com.br\/blog\/?p=835"},"modified":"2023-04-13T14:30:03","modified_gmt":"2023-04-13T14:30:03","slug":"conceito-de-inconsciente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/institutofreedom.com.br\/blog\/conceito-de-inconsciente\/","title":{"rendered":"Conceito de inconsciente"},"content":{"rendered":"<p>Pensar sobre o inconsciente \u00e9 algo que comp\u00f5e e \u00e9 de grande import\u00e2ncia na pr\u00e1tica cl\u00ednica junguiana. Grande parte do tempo estamos voltados ao conhecimento e investiga\u00e7\u00e3o \u00e0 respeito dessa esfera. E para falarmos do inconsciente temos que lidar com as dificuldades inerentes \u00e0 isso, pois nossa mente sempre ter\u00e1 desafios ao lidar com o que nos \u00e9 desconhecido.<\/p>\n<p>Sabemos que o inconsciente est\u00e1 sempre presente, continuamente em atividade e sabemos pouqu\u00edssimo a respeito dele.<\/p>\n<p>A vis\u00e3o junguiana muitas vezes n\u00e3o afirma objetivamente, mas prop\u00f5e modelos que possam ilustrar de alguma forma, nos dar caminhos para que possamos falar sobre esse assunto e termos pontos de partida para observa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Para Jung, o inconsciente seria o desconhecido e antes mesmo disso, \u201c&#8230;tudo aquilo que, supostamente, n\u00e3o se distinguiria dos conte\u00fados ps\u00edquicos conhecidos [&#8230;] retrata um estado de coisas extremamente fluido: tudo o que sei, mas em que n\u00e3o estou pensando no momento; tudo aquilo de que um dia eu estava consciente, mas de que atualmente estou esquecido; tudo o que meus sentidos percebem, mas minha mente consciente n\u00e3o considera; tudo o que sinto, penso recordo, desejo e fa\u00e7o involuntariamente e sem prestar aten\u00e7\u00e3o; todas as coisas futuras que se formam dentro de mim e somente mais tarde chegar\u00e3o \u00e0 consci\u00eancia; tudo isto s\u00e3o conte\u00fados do inconsciente\u201d (JUNG, 2013, p. 132).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 importante lembrar da caracter\u00edstica compensat\u00f3ria do inconsciente, de forma complementar aos conte\u00fados que s\u00e3o conscientes. Desse modo, nesses conte\u00fados do inconsciente encontramos elementos que dizem respeito \u00e0 totalidade do indiv\u00edduo (JUNG, 2008).<\/p>\n<p>Refer\u00eancia Bibliogr\u00e1fica:<\/p>\n<p>JUNG, Carl G. A Natureza da Psique. Cole\u00e7\u00e3o Obra Completa de C. G. Jung. Vol. 8\/2. Trad. Mateus Ramalho Rocha. 10 ed. &#8211; Petr\u00f3polis: Vozes, 2013.<br \/>\n_____ O Eu e o Inconsciente. Cole\u00e7\u00e3o Obra Completa de C. G. Jung. Vol. 7\/2. Trad. Dora Ferreira da Silva. 21 ed. &#8211; Petr\u00f3polis: Vozes, 2008.<\/p>\n<p>Texto:<\/p>\n<p>Alessandra M. Esquillaro &#8211; CRP 06\/97347<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pensar sobre o inconsciente \u00e9 algo que comp\u00f5e e \u00e9 de grande import\u00e2ncia na pr\u00e1tica cl\u00ednica junguiana. Grande parte do tempo estamos voltados ao conhecimento e investiga\u00e7\u00e3o \u00e0 respeito dessa&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":836,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[197,43,17,44,205,164],"class_list":["post-835","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-psicologia-analitica","tag-a-natureza-da-psique","tag-carl-gustav-jung","tag-carl-jung","tag-inconsciente","tag-o-eu-e-o-inconsciente","tag-psicologia-junguiana"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/institutofreedom.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/835","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/institutofreedom.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/institutofreedom.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutofreedom.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutofreedom.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=835"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/institutofreedom.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/835\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":837,"href":"https:\/\/institutofreedom.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/835\/revisions\/837"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/institutofreedom.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/836"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/institutofreedom.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=835"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutofreedom.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=835"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/institutofreedom.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=835"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}